Mães migram de profissão e iniciam uma nova carreira em tecnologia, por meio do projeto CUBO MV

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Mulheres buscam um recomeço profissional na carreira de TI por meio da iniciativa da MV, empresa líder no desenvolvimento de softwares para saúde, que capacita pessoas interessada em atuar no segmento

 

Muitas mulheres tiveram que se reinventar durante o período da Covid-19, e isso continua acontecendo no pós-pandemia. Mães que mudaram de profissão continuam enfrentando os desafios da nova rotina. Motivada por isso, a MV, líder nacional em desenvolvimento de softwares de gestão para a saúde, estimula a capacitação de mulheres desenvolvedoras, por meio do projeto CUBO MV. Segundo dados da Brasscom (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação), até o ano de 2024, o Brasil precisará de 420 mil profissionais de Tecnologia da Informação (TI) e, de acordo o PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), há mais de 580 mil profissionais de TI no País — sendo apenas 20% mulheres.

Idealizado em outubro de 2021, o Cubo MV é um programa que tem como objetivo incentivar e acelerar o aprendizado de pessoas de qualquer idade, que desejam iniciar na carreira de desenvolvedor na MV. Desde sua criação, o projeto já capacitou diversos iniciantes que queriam atuar no setor de TI, como é o caso da Marina Raquel, de 29 anos. Ela trabalhava de forma autônoma como fisioterapeuta atendendo à domicílio. Mas, por conta da pandemia, os clientes acabaram por dispensar o serviço. Marina sempre teve interesse no curso de Ciência da Computação, no entanto, cursou a faculdade de fisioterapia como bolsista pelo PROUNI (Programa Universidade para Todos) e acabou optando por esta área.
Com a pandemia e o nascimento da filha Cecília, de 1 ano e 9 meses, Marina viu uma oportunidade para trabalhar com o que realmente gostava. A desenvolvedora já tinha interesse na área de TI e descobriu o projeto CUBO por conta de um professor da universidade que indicou o programa para alguns alunos. O marido Victor Gouveia, de 33 anos, é engenheiro de software e durante esse tempo passou a trabalhar em home office. Dessa forma, a desenvolvedora começou a aprender alguns conteúdos com o esposo. “Na época, eu descobri que estava grávida e precisava fazer algo para não ficar parada. Fui aprendendo algumas técnicas de programação com o meu marido e, em 2020, ingressei no curso de Ciência da Computação.”

Há cerca de um mês, Marina trabalha no desenvolvimento do PEP (Prontuário Eletrônico do Paciente) da MV – solução reúne as informações clínicas e assistenciais de todo o histórico do paciente, simplificando o armazenamento de dados e facilitando o dia a dia dos profissionais da saúde. Ela se diz muito satisfeita com essa nova etapa, reforça o aprendizado e o reconhecimento profissional, além das boas oportunidades de carreira.
Para Silvia Aguiar, diretora de Gente & Gestão da MV, é necessário dar cada vez mais voz às mulheres para que possam ocupar espaços que inicialmente eram somente dominados por homens. “A área de TI continua em expansão, principalmente depois da aceleração da transformação digital. A MV continuará incentivando programas que estimulem o público feminino a ingressarem em áreas de TI e inovação para que elas possam ser cada vez mais bem sucedidas em suas jornadas como profissionais e mães”. finaliza Sílvia.

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