Professora, Hemanuelle Jacob, pré-candidata a prefeitura de Goiânia é atacada por Policial Rodoviário Federal

Corrente política interna do PSOL em Goiânia, emite nota após acusações infundadas do Policial Rodoviário Federal, Fabrício Rosa

*Por Luiz Claúdio do Nascimento - Jornalista

A reunião onde supostamente foram feitas as acusações e ataques, foi realizada na manhã do último dia 24 de agosto. Para entender um pouco mais do acontecido, vejam a nota:

“NOTA DE REPÚDIO

O Campo (militantes independentes, Insurgência, Resistência, Subverta e LSR) entende que são graves as acusações feitas à pré-candidata Manu Jacob pelo militante Fabrício Rosa durante a reunião chamada pelo Bloco de Esquerda na manhã de hoje (24 de agosto).

Além das afirmações, feitas por um homem branco, de que a pré-candidata estaria instrumentalizando a pauta das opressões para “ganhar o debate”, Fabrício Rosa afirmou que a nossa pré-candidata: (1) estava utilizando a pauta racial por não saber “discutir a cidade”; é mentirosa e desleal, adjetivos que também foram direcionados aos membros do Campo que compõem o DM (numa teoria conspiratória de exclusão dos militantes que não pertencem a nenhuma organização).

Repudiamos a tentativa de subestimar e agredir uma militante mulher, preta, da periferia, mãe solo, numa manifestação explícita de racismo e falta de camaradagem.

Além de manifestarmos nosso repúdio, exigimos acesso ao áudio da reunião que foi gravada pelo Bloco de Esquerda.”

Membro da corrente política interna, chamada O Campo, informou que o policial rodoviário deverá ser acionado no Conselho de Ética do PSOL Goiânia e possivelmente também no PSOL Goiás, pelas falas que segundo este membro foram discriminatórias. Falas estas que podem ser comprovadas através de testemunhas, segundo informações obtidas através de membro que estava presente na reunião.

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