Doze Crianças presas há uma semana em gruta na Tailândia

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Centenas de socorristas, incluindo soldados norte-americanos e mergulhadores britânicos, continuam mobilizados no local de uma das maiores grutas da Tailândia, na província de Chiang Rai.

 

As equipes de busca estão trabalhando incansavelmente há sete dias para retirar doze crianças e o seu treinador de futebol presos em uma gruta no norte da Tailândia e repetiram hoje uma busca de emergencia mas ainda não conseguiu estabelecer contato.

 

“Trata-se de estabelecer um protocolo sobre o que deve ser feito antes de os levar para o hospital”, explicou o governador de Chiang Rai, Narongsak Osottanakorn.

 

Após uma semana na escuridão da gruta, as vítimas podem ter problemas oculares e pulmonares, e a retirada deve ser efetuada com precaução, tendo vários hospitais da região participando da busca, acrescentou o responsável, que sublinhou aproveitando a melhoria das condições atmosféricas, depois das chuvas pesadas registadas durante a semana.

 

Até ao momento, as equipes de socorro não conseguiram estabelecer qualquer contacto com os jovens futebolistas, que entraram no sábado passado na gruta de Tham Luang, perto da fronteira com a Birmânia e o Laos, no final do treino.

 

Caixas com alimentos e celulares foram lançados ontem por um dos poços da gruta, perto do local onde os socorristas esperam que as crianças, com idades entre os 11 e os 16 anos, e o treinador, de 25, se encontrem.

 

Centenas de socorristas, incluindo soldados norte-americanos e mergulhadores britânicos, continuam as buscas.

 

Em 2014, um homem foi retirado de uma gruta na Alemanha, após 11 dias de espera. Em 2012, no Peru, mineiros passaram sete dias presos e em 2010, no Chile, mineiros resistiram 17 dias presos sob a terra.

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